sexta-feira, 19 de abril de 2013

Conto de Fernando Sabino


“O Homem Nu”, conto de Fernando Sabino

20/04/2013

Ao acordar, disse para a mulher:
— Escuta, minha filha: hoje é dia de pagar a prestação da televisão, vem aí o sujeito com a conta, na certa. Mas acontece que ontem eu não trouxe dinheiro da cidade, estou a nenhum.
— Explique isso ao homem — ponderou a mulher.
— Não gosto dessas coisas. Dá um ar de vigarice, gosto de cumprir rigorosamente as minhas obrigações. Escuta: quando ele vier a gente fica quieto aqui dentro, não faz barulho, para ele pensar que não tem ninguém. Deixa ele bater até cansar — amanhã eu pago.
Pouco depois, tendo despido o pijama, dirigiu-se ao banheiro para tomar um banho, mas a mulher já se trancara lá dentro. Enquanto esperava, resolveu fazer um café. Pôs a água a ferver e abriu a porta de serviço para apanhar o pão. Como estivesse completamente nu, olhou com cautela para um lado e para outro antes de arriscar-se a dar dois passos até o embrulhinho deixado pelo padeiro sobre o mármore do parapeito. Ainda era muito cedo, não poderia aparecer ninguém. Mal seus dedos, porém, tocavam o pão, a porta atrás de si fechou-se com estrondo, impulsionada pelo vento.
Aterrorizado, precipitou-se até a campainha e, depois de tocá-la, ficou à espera, olhando ansiosamente ao redor. Ouviu lá dentro o ruído da água do chuveiro interromper-se de súbito, mas ninguém veio abrir. Na certa a mulher pensava que já era o sujeito da televisão. Bateu com o nó dos dedos:
— Maria! Abre aí, Maria. Sou eu — chamou, em voz baixa.
Quanto mais batia, mais silêncio fazia lá dentro.
Enquanto isso, ouvia lá embaixo a porta do elevador fechar-se, viu o ponteiro subir lentamente os andares… Desta vez, era o homem da televisão!
Não era. Refugiado no lanço da escada entre os andares, esperou que o elevador passasse, e voltou para a porta de seu apartamento, sempre a segurar nas mãos nervosas o embrulho de pão:
— Maria, por favor! Sou eu!
Desta vez não teve tempo de insistir: ouviu passos na escada, lentos, regulares, vindos lá de baixo… Tomado de pânico, olhou ao redor, fazendo uma pirueta, e assim despido, embrulho na mão, parecia executar um ballet grotesco e mal ensaiado. Os passos na escada se aproximavam, e ele sem onde se esconder. Correu para o elevador, apertou o botão. Foi o tempo de abrir a porta e entrar, e a empregada passava, vagarosa, encetando a subida de mais um lanço de escada. Ele respirou aliviado, enxugando o suor da testa com o embrulho do pão.
Mas eis que a porta interna do elevador se fecha e ele começa a descer.
— Ah, isso é que não! — fez o homem nu, sobressaltado.
E agora? Alguém lá embaixo abriria a porta do elevador e daria com ele ali, em pêlo, podia mesmo ser algum vizinho conhecido… Percebeu, desorientado, que estava sendo levado cada vez para mais longe de seu apartamento, começava a viver um verdadeiro pesadelo de Kafka, instaurava-se naquele momento o mais autêntico e desvairado Regime do Terror!
— Isso é que não — repetiu, furioso.
Agarrou-se à porta do elevador e abriu-a com força entre os andares, obrigando-o a parar. Respirou fundo, fechando os olhos, para ter a momentânea ilusão de que sonhava. Depois experimentou apertar o botão do seu andar. Lá embaixo continuavam a chamar o elevador. Antes de mais nada: “Emergência: parar”. Muito bem. E agora? Iria subir ou descer? Com cautela desligou a parada de emergência, largou a porta, enquanto insistia em fazer o elevador subir. O elevador subiu.
— Maria! Abre esta porta! — gritava, desta vez esmurrando a porta, já sem nenhuma cautela. Ouviu que outra porta se abria atrás de si.
Voltou-se, acuado, apoiando o traseiro no batente e tentando inutilmente cobrir-se com o embrulho de pão. Era a velha do apartamento vizinho:
— Bom dia, minha senhora — disse ele, confuso. — Imagine que eu…
A velha, estarrecida, atirou os braços para cima, soltou um grito:
— Valha-me Deus! O padeiro está nu!
E correu ao telefone para chamar a radiopatrulha:
— Tem um homem pelado aqui na porta!
Outros vizinhos, ouvindo a gritaria, vieram ver o que se passava:
— É um tarado!
— Olha, que horror!
— Não olha não! Já pra dentro, minha filha!
Maria, a esposa do infeliz, abriu finalmente a porta para ver o que era. Ele entrou como um foguete e vestiu-se precipitadamente, sem nem se lembrar do banho. Poucos minutos depois, restabelecida a calma lá fora, bateram na porta.
— Deve ser a polícia — disse ele, ainda ofegante, indo abrir.
Não era: era o cobrador da televisão.
Fernando Sabino
Fernando Tavares Sabino (Belo Horizonte, 12 de outubro de 1923 — Rio de Janeiro, 11 de outubro de 2004) foi um escritor e jornalista brasileiro.
Durante a adolescência, foi locutor de programa de rádio Pila No Ar e começou a colaborar regularmente com artigos, crônicas e contos em revistas da cidade, conquistando prêmios em concursos.
No início da década de 1940, começou a cursar a Faculdade de Direito e ingressou no jornalismo como redator da Folha de Minas. O primeiro livro de contos, Os grilos não cantam mais, foi publicado em 1941, no Rio de Janeiro quando o autor tinha apenas dezoito anos, e sendo que alguns contos do livro foram escritor quando Fernando Sabino contava apenas quatorze anos.
O encontro marcado, uma de suas obras mais conhecidas, foi lançada em 1956, ganhando edições até no exterior, além de ser adaptada para o teatro. Sabino decidiu, então (1957), viver exclusivamente como escritor e jornalista.
Em 1960, Fernando Sabino publicou o livro O homem nu, pela Editora do Autor, fundada por ele, Rubem Braga e Walter Acosta. Publicou, em 1962, A mulher do vizinho, que recebeu o Prêmio Fernando Chinaglia, do Pen Club do Brasil.
Faleceu em sua casa em Ipanema (zona sul no Rio de Janeiro), vítima de T.A.F no fígado, às vésperas do 81º aniversário. A pedido, o epitáfio é o seguinte: “Aqui jazz Fernando Sabino, que nasceu homem e morreu menino!”
Pessoal, as Provas Unificadas começam dia 22 de abril. Estudem!!!! Aproveitem o final de semana .

quinta-feira, 21 de março de 2013

Game da Reforma Ortográfica

 

Acessem o site (clicando sobre a figura) e joguem o game que lhes ajudará a conhecer as novas regras de ortografia da Língua Portuguesa!
Bom Jogo!

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Lista de palavras para o seletrando 2012

1. E L E T R Ô N I C O 2. G R A M Á T I C A 3. N U M E R A Ç Ã O 4. A B A J U R 5. R E C I C L Á V E L 6. P R O M E S S A 7. E N J O O(após a forma ortográfica) 8. A U T O R R E T R A T O (após a reforma ortográfica) 9. A S S E M B L E I A ( após a reforma ortográfica) 10. R I A C H O 11.C A D E A D O 12. M E X E R I C O 13. C R E O L I N A 4. D I S E N T E R I A 15. S E Q U Ê N C I A 16. H E R B Ì V O R O 17. A N T I Á C I D O ( após a reforma ortográfica) 18. C U S T E A R 19. C U M P R I M E N T O 20. R I D Í C U L O 21. B Ú S S O L A 22. I M I N E N T E 23. D I L A T A R 24. J A B U T I C A B A 25. C U R T U M E 26. C O N C E R T O 27. S E S T A 28. C E L A 29. B A L I Z A 30. A C E N T O 31. F I C Ç Ã O 32. G O Z A Ç Ã O 33. S E N S O 34. E S P O N T Â N E O 35. E S P L E N D O R 36. E X P A N D I R 37. S U S P E N S Ã O 38. T E N SÃ O 39. P A Ç O 40. BERINJELA 41. MAJESTADE 42. SARJETA 43. LAXANTE 44. TRAJE 45. TIGELA 46. GENGIBRE 47. TACHA 48. EXTRAVAGANTE 49. CAFAJESTE 50. AGRESSÃO 51. EXCESSO 52. COMPREENSÃO 53. GASOSO 54. COLISÃO 55. CATEQUESE 56. LILÁS 57. GASOLINA 58. E S T R E I A (APÓS A REFORMA ORTOGRÁFICA) 59. EPOPÉIA (ANTES DA REFORMA ORTOGRÁFICA) 60. AUTOELÉTRICA (APÓS A REFORMA ORTOGRÁFICA) 61. CONTEXTO 62. TOSSE 63. CERTEZA 64. AUSÊNCIA 65. SARAMPO 66. DIARRÉIA 67. LABORATÓRIO 68. SIMULADO 69. OCUPAR 70. REBELDE 71. HIATO 72. HIENA 73. HORTA 74. HOSPÍCIO 75. XINGAR 76. OBTER 77. COMPOSIÇÃO 78. FLEUMÁTICO 79. BOLICHE 80. REALIZAR 81. FLECHA 82. FAIXA 83. BALBURDIA 84. DOSE 85.FUGAZ 86.NEVE 87 FACÃO 85. PERDULÁRIO 86. PÂNDEGO 87. FIRMEZA 88. FRACASSO 89. FÚNEBRE 90. DICIONÁRIO 91. DÚVIDA 92. MÁXIMO 96.INÓCUO 97.CARÁTER 98 . PACÓVIO 99. ENXADA 100.ENXAME 101. CONTRA-REGRA (ANTES DA REFORMA ORTOGRÁFICA) 102. ULTRASSECRETO (DEPOIS DA REFORMA ORTOGRÁFICA) 103. ULTRASSONOGRAFIA (DEPOIS DA REFORMA ORTOGRÁFICA) 104. SEMI- INTERNO (DEPOIS DA REFORMA ORTOGRÁFICA) 105. ARQUI- INIMIGO (DEPOIS DA REFORMA ORTOGRÁFICA) 106. ANTIIBÉRICO (ANTES DA REFORMA ORTOGRÁFICA) 107. SUPER-RACIONAL 108. AUTOSSUSTENTÁVEL (DEPOIS DA REFORMA ORTOGRÁFICA) 109. EXTRAESCOLAR (DEPOIS DA REFORMA ORTOGRÁFICA) 110. INFRAESTRUTURA (DEPOIS DA REFORMA ORTOGRÁFICA) 111. PARANOICO (DEPOIS DA REFORMA ORTOGRÁFICA) 112. JIBOIA (DEPOIS DA REFORMA ORTOGRÁFICA) 113. HEBREIA (DEPOIS DA REFORMA ORTOGRÁFICA) 114. SAGÜI (ANTES DA REFORMA ORTOGRÁFICA) 115. Detenção 116. Excessivo 117. Chamariz 118. Chávena 119. Chauvinismo 120. Jinjibirra 121. Infanto- juvenil 122. Ininterrupto 123. Infringir 124. Zircônio 125. Zonzeira 126. Zurrapa 127. Regozijar 128. Alcunha 129. Belicoso 130. Ígneo 131. Insolente 132. Implícito 133. Incólume 134. Arroubo 135. Herbáceo 136. Hemorróidas (antes da reforma ortográfica) 137. Himalaia 138. Hipismo 139. Híbrido 140. Herbívoro 141. Homicida 142. Holofote 143. Geringonça 144. Algibeira 145. Rabugice 146. Jenipapo 147. Projeção 148. Varejeira 149. Ultraje 150. Escocês 151. Querosene 152. Presépio 153. Contusão 154. Assobiar 155. Admissível 156. Emissão 157. Escassez 158. Ascendente 159. Prescindir 160. Remanescente 161. Oscilação 162. Sossego 163. Víscera 164. Dezesseis 165. Oscilação 166. Renascença 167. Discernimento 168. Fascículo 169. Caçula 170. Fossa 171. Admissão 172. Interesse 173. Intromissão 174. Exibição 175. Ciúme 176. Cacique 177. Cédula 178. Asseio 179. Egocentrismo 180. Canjerana 181. Cefálico 182. Abstenção

domingo, 28 de outubro de 2012

Confira dicas para se dar bem na redação do Enem

A uma semana da prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), na quarta reportagem da série sobre o tema, a redação será destaque. Para melhor orientar os participantes, o Ministério da Educação (MEC) lançou um guia explicando os critérios de avaliação e a metodologia usada para obtenção da nota. Os candidatos serão avaliados em cinco itens: domínio da norma padrão da língua; compreensão do tema proposto, através da articulação de várias áreas do conhecimento para desenvolvê-lo; capacidade de selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista; capacidade de demonstrar conhecimentos dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação; e apresentação de proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos. Cada item pode receber uma nota que vai de 0 a 200 pontos. No total a redação vale até 1.000 pontos. Entenda melhor o sistema de avaliação aqui. Assim como nas matérias anteriores da série “Por dentro do Enem”, contamos com a assessoria dos professores do Colégio de Aplicação João XXIII e do Curso Pré-Vestibular Comunitário da UFJF para orientar os estudantes que serão submetidos ao exame. Desta vez, quem dá as dicas é a professora Begma Tavares Barbosa do João XXIII. Texto dissertativo-argumentativo A primeira dica é ter uma ideia clara do que é um texto dissertativo-argumentativo e como ele se organiza. “Uma boa argumentação deve, inicialmente, indicar a questão-problema a que vai responder, além de apresentar a defesa de um ponto de vista, com argumentos que sustentem esse posicionamento, e uma conclusão que indique soluções”, indica Begma. A questão-problema a ser apresentada logo no início da redação pelo candidato funciona como um norte a ser seguido no decorrer da argumentação. Seria um exemplo de questão-problema: “o sistema de cotas é uma boa política de inclusão?”. Tendo essa pergunta em mente, e não necessariamente em forma de pergunta no texto, o estudante poderá demonstrar seu ponto de vista e, ao, final concluir a redação com base nos argumentos apresentados. Para aprender a se posicionar de forma clara na redação, o conselho da professora é: “aproveite os próximos dias para ler textos argumentativos e acompanhar o debate social contemporâneo”. O guia de redação do Enem traz exemplos de textos que receberam notas máximas nos exames anteriores, além disso, na internet, facilmente encontram-se exemplos de outras tantas boas composições. Tema O tema é impossível de se adivinhar e, por essa razão, estar informado é essencial. Discutir assuntos da atualidade com os amigos é uma dica simples que pode render boas ideias para a hora da prova e deixar o candidato mais afiado. A caráter de exemplo, elencamos com a professora alguns dos temas de prova aplicados por ela em sala: “Espaço urbano no Brasil: desafios colocados à organização das cidades”; “Políticas de ação afirmativa no Brasil; “Regulação dos meios de comunicação social”; “Cidadania e vida coletiva”; “Saúde pública” e “PIB e desigualdade”. Anulação Outro ponto importante é o que diz respeito à anulação da prova. Entre uma das principais causas deste triste resultado está a fuga ao tema. Para escapar desta armadilha Begma aconselha: “leia com muita atenção a proposta de redação, distinguindo tópicos centrais de secundários”. Ela também destaca ser interessante construir um esquema do texto, mesmo que mentalmente. “Caso o tema seja amplo, é importante que o esquema delimite sua abordagem, ou seja, indique que aspectos da questão-problema serão discutidos, evitando-se, inclusive, repetições e recorrências desnecessárias.” Anulam a redação as seguintes faltas: texto com até sete linhas; uso de gírias ou palavrões; não obediência à tipologia dissertativa-argumentativa; e proposta que agrida os direitos humanos. Também é importante que o aluno escreva com letra legível. Título é opcional. Coerência, coesão, concordância e ortografia Também é importantíssimo que a ideia tenha coerência e argumentos bem amarrados (coesão), sempre seguindo a norma padrão da língua. Segundo a professora, a coesão é alcançada com uma redação organizada. Para não falhar na costura do texto, Begma sugere o seguinte: inicialmente contextualize o tema e apresente a questão-problema juntamente com a tese. Em seguida desenvolva os argumentos e ao final conclua com a solução do problema. 1 – Contextualização 2 – Apresentação da questão-problema + tese 3 – Primeiro argumento 4 – Segundo argumento 5 – Conclusão – solução para o problema apresentado. “Organizando os parágrafos por tópicos fica mais fácil amarrá-los. Os conectores ajudam esclarecer as relações existentes entre eles.” A professora sugere os seguintes tipos de operadores argumentativos. De contraposição (Ex: porém, de outra forma); de conclusão (Ex: portanto, desse modo); e de continuidade (Ex: além disso, um outro argumento). Por fim a professora resume. “Um texto deve progredir em informação. A progressão, a não contradição e a explicitude (clareza) são atributos de um bom texto.” De acordo com Begma, no que tange a norma culta, além da ortografia, o Enem cobra, principalmente, a concordância. “Uma excelente maneira de não cometer erros dessa ordem é reler o texto com atenção.” Tempo Outra competência avaliada pelo exame é a capacidade de lidar com o tempo. No dia da redação (4 de novembro), o candidato terá que responder, ainda, a 90 questões (45 de Linguagem, incluindo Língua Estrangeira, e 45 de Matemática). A professora aconselha que a redação seja feita primeiro, “pois é um teste que implica em elaboração, e portanto é importante que o candidato esteja descansado”. Em relação as demais questões, a orientação é que o aluno leia no máximo duas vezes cada enunciado. Não conseguindo responder passe para diante. No final, retorne para as que não foram respondidas. Por fim, a professora ressalta que não a adianta se desesperar, “este é um tipo de prova que demanda preparo de muito tempo”, então, desgastar-se neste momento é prejudicial ao desempenho. “No mais, evite estressar-se, inclusive com excesso de estudo. O Enem é uma prova de leitura e escrita que exige muita concentração e raciocínio”.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

1 Fase - Biblioteca Viva

A voz do silêncio de NICOLELIS, Giselda Laporta. Conta a história de Samara, professora, que vive com o marido e o filho. Conhece Nádia, a filha de sua faxineira, e comove-se ao saber que a menina de seis anos é surda por causa da rubéola que a mãe teve durante a gravidez. Inconformada, Samara resolve adotar a garota e proporcionar-lhe um tratamento adequado.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

1 Ano F - Biblioteca Viva

ABRE-TE, SÉSAMO! DE JÚLIO EMÍLO BRAZ Alunos, vamos ler a história de Angélica, menina de 16 anos que precisava ser internada pelo uso contínuo de drogas. Vamos também, fazer uma análise sobre as responsabilidades de cada personagem que convive com a menina. É mais uma contribuição para a desmitificação e discussão da questão das drogas.